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Os playoffs da NBA começam neste sábado. Preparado? Os times e os torcedores nos Estados Unidos, sim. Separei seis camisas especiais dos playoffs, três de cada conferência. Mais uma ideia inteligentíssima da NBA de ganhar dinheiro. São tantas as novidades, que parece que para cada jogo existe uma camisa específica.
Phoenix Suns e Denver Nuggets

Chicago Bulls e Boston Celtics

Los Angeles Lakers e Cleveland Cavaliers

Éder Fantoni
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Nem Los Angeles Clippers nem Los Angeles Lakers nem Sacramento Kings. O time que melhor representa o Estado da Califórnia na NBA é o Golden State Warriors. Tá, tudo bem que o time não tem a sala de troféus igual ao do Lakers, mas vejamos essa camisa super clássica.
Na frente, a Golden Gate Bridge (Ponte do Portão Dourado), e atrás uma foto do famoso bonde de San Francisco, um dos principais atrativos da cidade… This is the real Californication. Aliás, você sabia que a franquia começou em Filadélfia? Sim, tudo teve início em 1946.
Só depois que mudou para Califórnia, em 1962, mais precisamente para San Francisco. Em 1971, a equipe finalmente passou a se chamar Golden State Warriors e atualmente manda os seus jogos em Oakland. A camisa despensa comentários, não é mesmo? Eu quero essa camisa para visitar a Golden Gate Bridge e para andar de bondinho pelas ruas de San Francisco.
Éder Fantoni
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Hoje, quarta-feira (17), é dia de São Patrício. Tá, poucos aqui no Brasil sabem disso, mas nos Estados Unidos a data é comemorada com muita festa, cerveja e… Verde, muito verde. As pessoas saem nas ruas vestidas dessa cor.
Os palmeirenses iam gostar. E esta aí é a camisa que eu quero para festejar o St. Patrick’s Day: do Boston Celtics. E essa foi feita pela Adidas especialmente para a data. O dourado com verde ficou perfeito.
Éder Fantoni
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Olha essa sacada da NBA. Comprar a camisa do seu time com o nome do seu jogador favorito atrás não basta. Às vezes é necessário mais que isso. É preciso uma camisa especial com a foto do seu ídolo. A NBA fez isso. Veja essas camisas mais do que especiais. Na parte da frente, o símbolo alternativo do time e o apelido do jogador (com a grafia da respectiva equipe). Nas costas, a foto, o número e o sobrenome do atleta. Sensacional.

Que tal dar umas enterradas com a camisa do Lebron ‘King’ James? Os fãs de Dwyane ‘Flash’ Wade também podem ter uma. D-Will? Joga no meu time, o Utah Jazz. Go Jazz! A briga entre ele o CP3 pra ver quem é o melhor armador é boa. Mas eu prefiro o Williams.

Quem é o ‘Black Mamba’? Cheio de marra esse Kobe Bryant. Mas é o fenômeno do basquete. Queria ele no Jazz. Pra ver o ‘Big Ticket’ jogar vale o preço do ingresso. A torcida do Timberwolves tem uma saudade absurda. O Kevin Durant lidera o surpreendente Oklahoma Thunder. E Carmelo Anthony era o meu jogador favorito quando eu jogava o NBA Live 07 para Playstation 2.

Acho que as duas camisas mais legais são do Dirk Nowitzki e do Steve Nash. Eles fizeram uma ótima dupla no Dallas Mavericks. A grafia do ‘Dirk’ ficou muito legal. Na do Nash, gostei dos traços do símbolo em cima do nome. A camisa do Shaq é só pra quem veste GG (brincadeira). E, por fim, a do Dwight Howard, que é para aqueles que se acham o Superman.
Éder Fantoni
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Nada contra as tradições do Dallas Mavericks, mas o time fica muito mais bonito vestido de azul. Olha essa camisa, que foi lançada nesta temporada em substituição a uma outra da cor verde, que não me agradava muito. Acho esta ainda mais bonita do que a camisa 2, que tem um tom de azul mais escuro.
E pra você que gosta do Texas, não podia faltar, é claro, a estrelinha, que está destacada ali na gola. E é obvio que a camisa escolhida para colocar aqui foi do Dirk Nowitzki – ou alguém aí quer a do Eric Dampier?
Bom, Dampier a parte, eu quero essa camisa. Uma porque tenho simpatia pelos Mavericks, e outra porque gostei da combinação do branco com os dois tons de azul – até o cinza dá um toque legal. Acho que acostumei com o Dallas de azul. O verde não cai bem.
Éder Fantoni
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Camisa do Bahia? Do Vitória? Não. Essa camisa é do Denver Nuggets, time de basquete da NBA. Mas se você sair com ela pelas ruas de Salvador aposto que vai fazer um sucesso tremendo por causa daquelas listras coloridas que mais parecem as fitinhas do Senhor do Bonfim.
Esta camisa é mais uma daquelas antigas e que fazem sucesso agora. Ela leva as cores clássicas dos Nuggets, que hoje predomina o branco, dourado e azul claro. Nas costas está o nome de Alex English, um grande ex-jogador de basquete que hoje faz parte do Hall da Fama. Eu quero essa camisa para andar pelas belas praias da Bahia!
Éder Fantoni
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Portland é considerada uma das 10 cidades mais ecológicas do mundo. Tanto que recebeu o apelido de “City of Roses” (Cidade das Rosas). Mas se você for falar no Portland Trail Blazers, time de basquete da cidade, pode também usar o codinome Rip City. É assim que a equipe ficou conhecida pouco depois da sua fundação, em 1970.
Como não podia deixar de ser, a Adidas fez esta camisa especial, que ficou show. Os torcedores do São Paulo certamente vão gostar. As cores lembram o tricolor paulista. Para quem não conhece a camisa original do Trail Blazers, ela possui três listras na parte frontal.
Nessa não. Na verdade, elas estão escondidas na parte lateral. O destaque está mesmo no nome, “Rip City”, num tipo de letra legal e logo acima o símbolo do time. O número 7 pertence a Brandon Roy. No geral, a camisa está toda harmoniosa, combinando todas as cores. Cool! Eu quero essa camisa, nem que seja pra ficar jogando basquete no quintal lá de casa.
Éder Fantoni
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Qual fã da NBA que não se lembra desta clássica camisa do Toronto Raptors, da temporada 1998/99? Pois é, se você era fã do dinossauro mais conhecido do Canadá, hoje só é possível identificá-lo por causa das suas garras.
Sim, a franquia mudou o logo do time há algum tempo, tirando o famoso dinossauro da camisa e colocando apenas as garras com uma bola de basquete. A ideia até que é legal e ficou bonito, mas quem não tem saudade de ver aquele Raptors estampado na camisa como na foto acima?
Esta era de Vince Carter. O jogador foi draftado em 1998 pelo Golden State Warriors, mas foi negociado com o Toronto logo em seguida. Ele jogou pelo time até 2004. Depois foi para o New Jersey Nets e atualmente defende o Orlando Magic. Certamente você não verá uma camisa como essa hoje em dia.
Porque as principais marcas do mercado investem num estilo um pouco mais conservador quanto ao desenho do uniforme, desenvolvendo camisas sem uma grande poluição visual. Esta, como podem observar, tem detalhes na manga, na gola, listras com cores diferentes, o dinossauro e o nome do jogador todo estilizado na parte de trás. É super clássico. Eu quero essa camisa!
Éder Fantoni
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Duas reportagens nas revistas Época Negócios e PEGN de janeiro me chamaram atenção. Não falam sobre camisas, mas dizem muito sobre o que está por trás delas. A primeira traz uma análise sobre a Nike, cheia de curiosidades. Você sabia que dentro da fábrica em Oregon (EUA) existem dois campos chamados Ronaldo?
Já a segunda revista traz uma análise completa da Penalty, que volta a ter muita força no Brasil, patrocinando muitos times, como Vasco, Vitória, Portuguesa, Juventude… Uma curiosidade? O fundador da marca é fanático pelo São Paulo. Vale a pena a leitura das duas!
Ricardo Tadeu
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Quem gosta de basquete assiste até mesmo jogos universitários dos Estados Unidos, como eu, por exemplo. É nas universidades que surgem as novas estrelas, como Michael Jordan, LeBron James etc. Por isso é sempre legal ver as novas caras que um dia estarão na NBA (ou não).
E não pense que os uniformes dessas equipes são feios ou mal feitos. Nada disso. Este, do Kentucky Wildcats, por exemplo, é produzido pela Nike e tem um desenho bem similar ao da camisa da seleção da Croácia, com aquele estilo “pano de mesa de pizzaria”.
Só que aqui o azul predomina, com um tom mais escuro formando os quadrados. A gola em V tem o símbolo do time bordado. A camisa em geral é muito bem feita. Se um dia eu for estudar em Kentucky, certeza que vou adquirir uma dessa. É mais bonita que da Croácia.
* Obrigado a todos que acompanham o blog. Mesmo com pouco mais de um mês, atingimos só neste domingo mais de 1.500 acessos, um recorde e tanto. E que venha 2010!
Éder Fantoni
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